03 dezembro 2007

Tributo a Stevie Wonder



Mais um grande ícone da música negra reverenciado na JAM [jazz+funk]. Desta vez, o lendário Stevie Wonder, interpretado pelo time mais calibrado do Planalto Central. O salão do Bar do Calaf vai sentir nas pernas o peso do som de Wonder!

No set do comandante-baixista Oswaldo Amorim, clássicos de Wonder e standards do jazz-funk, pra sacudir o Setor Bancário na última JAM do ano. Completando a noite, a participação dos habitués Pezão e Barata, cheios de coisa boa pra tocar na vitrola.

Oswaldo convida
Marcos Tani (voz) myspace
Moisés Alves (trumpete) myspace
Renato Vasconcellos (teclado)
Leander Motta (bateria)
Bruno Medina (saxofone) myspace
Marco Vasconcellos (guitarra)

Serviço
JAM [jazz + funk]
Bar do Calaf , Setor Bancário Sul, Ed. Empire Center
Quinta, 06 de dezembro, a partir de 21h
Couvert : : R$ 13
Mulher não paga Couvert até 22h

27 novembro 2007

Stevie Maravilha

Quando eu tinha uns doze anos, no meio da década de 80 minha mãe chegou com um disco antigo de um cantor negro e cego. Escutava todos os dias aquele música diferente que eu não sabia o que era, mas que me arrebatava pelo estômago. É, aquela música era comparável a um bom prato de macarrão - comida que adoro. "Songs In The Key Of Life" ou "músicas na clave da vida" certamente mudaria toda a minha concepção sobre a black music, e a própria música.

Se existe alguém que não sabe o que é fazer parte de minorias, esse é Stevie Wonder. O cara supera todo o background que carrega tocando um piano refinadíssimo, além de outros instrumentos como gaita e bateria. E ainda por cima canta muito!

Marcos Tani

22 outubro 2007

Tributo a Miles Davis

Uma homenagem
ao maior revolucionário do jazz moderno



Miles Davis (1927-1991)

Um dos maiores nomes do jazz, e talvez o mais inovador e polêmico de todos, Miles Davis era um músico obstinado, ousado e com uma rara habilidade para descobrir e revelar jovens talentos. Transitou por diferentes fases e estilos na história do jazz e foi diretamente responsável por suas transformações e mudanças.

Iniciou sua carreira substituindo Dizzy Gillespie, ao lado de Charlie Parker. No auge do Bebop surge como um dos mentores de um novo movimento musical, o "Cool Jazz", ao lado de nomes como Gil Evans, Gerry Mulligan, John Lewis entre outros.

Em meados dos anos 50, transitou pelo Hard Bop ao lado de Sonny Rollins e Horace Silver. Em 1959, ao lado de Bill Evans e John Coltrane, lança o Album "Kind of Blue", talvez o primeiro disco conceitual da história, no qual as músicas eram compostas em função dos modos e suas escalas. Esse trabalho gerou o termo "Modal Jazz", que Coltrane entre outros seguiram seu próprio caminho a partir daí.

No final dos anos 60 mais uma inovação: a mistura do rock e de guitarras distorcidas com o album duplo "Bitches Brew". Nos anos 70, introduz a fusão do jazz com o funk e o uso de sintetizadores, mais uma vez um dos pioneiros de um novo estilo que ganharia o mundo, lotando teatros e estádios:

No início do anos 80, ao lado do baixista Marcus Miller, Miles se aproxima definitivamente da música eletrônica e do pop. Com o disco Tutu, se distancia de vez do público e dos críticos do jazz. Por outro lado, converge os jovens da música pop para o mundo do jazz.


Moisés Alves - trumpete
Oswaldo Amorim - baixo elétrico
Ademir Junior - saxofone
Renato Vasconcellos - teclado
Marco Vasconcellos - guitarra
Leander Motta - bateria

28 agosto 2007

Bernard "Hitmaker" Purdie, por Txotxa



Vou fazer aqui uma analogia bem safada: imagine que o tempo de uma música é um cavalo selvagem, daqueles indomáveis, que levam uma eternidade para serem enquadrados no esquema da sela e do cabresto. Ao longo dos anos, vários bateristas conseguiram controlar esses animais. A maioria, eu penso, apelando sempre para o chicote (ou metrônomo). Esse processo é realmente eficaz, mas sempre nos deixa com aquela sensação de que a qualquer momento o bicho-tempo vai nos dar um coice na cara e sair em disparada.

Brincadeiras a parte, queria falar hoje de um baterista que conseguiu amansar a fera do tempo sem precisar levantar um dedo sequer. Esse músico se chama Bernard Purdie.

Leia o artigo completo no blog do Txotxa
http://txotxa.blogspot.com/2007/05/bernard-purdie.html

23 agosto 2007

Tributo a James Brown

Uma homenagem ao maior ícone da black music



"Como prolífico cantor, compositor, bandleader e produtor musical, James Brown foi uma força pivotal na evolução do gospel e do rhythm and blues para o soul e o funk. Deixou sua marca em vários outros gêneros musicais, como rock, jazz, disco, música eletrônica, reggae e hip hop. A música de James Brown também marcou ritmos da música popular africana, como afrobeat, jùjú e mbalax." wikipedia

Pra alegrar essa véspera de feriado, uma seleção de sucessos e temas instrumentais do “Mr. Dynamite”. Participação especial do grupo de dança Funk Soul Brothers e do vocalista Rafael Cury. Nas pickups os DJ’s Pezão e Barata, tocando o melhor do “Soul Brother Number One” e clássicos do Soul.

Oswaldo Amorim, contrabaixo
Bruno Medina, saxofone » site · myspace
Daniel Baker, teclados
Amaro Vaz, bateria
Marcos Santos, trumpete
Rodrigo Bezerra, guitarra » myspace
Rafael Cury, voz » myspace

14 agosto 2007

Jam, 02 de agosto

Confira aqui um pouco do som da JAM.
Clique no link abaixo para baixar um trecho
do show do dia 2 de agosto.

chameleon · herbie hancock